domingo, 21 de junho de 2009

O termo PSICOSSOMATICO deriva (do grego psico = mente, somato = corpo) foi criado para designar doenças sem base física claramente diagnosticada. As doenças psicossomáticas eram consideradas mais imaginárias do que reais. Hoje, sabe-se que grande parte das doenças envolve simultaneamente o corpo e a mente. Uma doença psicológica (depressão profunda) pode gerar manifestações que vão desde alergias até câncer.

Em 10.000 a.C., na Sociedade Primitiva acreditava-se que a doença era causada por poderes espirituais e deve ser combatida por exorcismos.


  • Em 2500 - 5000 a.C., Na civilização babilônico-assírica.
    A medicina é dominada pela religião e o principal meio de tratamento é a sugestão. A medicina da Mesopotâmia era psicossomática.

  • Em 400 a.C. Civilização grega.
    Para curar o corpo deve-se ter um conhecimento do todo e deve-se também curar a alma.

  • Em 100 a.C.-400 d.C. Civilização grega tardia – romana inicial
    A doença é causada por perturbações dos fluidos do corpo; a medicina adota um enfoque holístico para a doença.

  • Em 500-1450 Idade Média
    O misticismo e a religião dominam a medicina, sendo o pecado causador das doenças mentais e somáticas.

  • Em 1500-1700. Renascença.
    Interessa na aplicação das ciências naturais à medicina; avanços na anatomia, autópsia e microscopia. As influências psíquicas sobre o soma são consideradas não-científicas, relegando-se o estudo da mente à religião e à filosofia.

  • Em 1800-1900. Século XIX
    O enfoque psicossomático é descartado, já que qualquer doença deve estar associada com uma alteração estrutural da célula. Trata-se a doença e não o paciente.

  • Em 1900-hoje. Século XX/XXI
    As formulações de Freud salientam o papel do determinismo psíquico nas reações somáticas de conversão.






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